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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

40ª Meia Maratona Internacional da Nazaré


A “Meia” da Nazaré faz quarenta anos. Bonita idade, parabéns!
Foi em 1975 a primeira prova nesta distância acessível ao povo em geral.

Corriam tempos em que a sociedade, pela primeira vez em muitos anos, podia almejar coisas tão simples como organizar corridas de rua sem estar sujeita ao regime.

Foi sem dúvida uma das muitas coisas boas que nos trouxe a revolução de Abril. Antes disso, tudo o que fosse suspeito de trazer algum bem-estar ao povo era proibido ou fortemente desencorajado!

Assim nasceu a Meia Maratona da Nazaré! E já lá vão quarenta anos..

Pode-se dizer também que, a Nazaré é a minha “madrinha” da corrida, uma vez que foi aqui que fiz a primeira prova de atletismo, na edição de 2011.
Este ano estava algo indeciso em participar.

O percurso não é muito amigável para bater recordes pessoais. A altura do ano também é propícia a alguma instabilidade climatérica, nunca se sabendo se durante a prova vamos ter calor ou, chuva torrencial.

Os objectivos para esta prova também não poderiam ser nada ambiciosos; o último mês teve uma agenda bem preenchida e o corpo acusava os quilómetros acumulados.

De qualquer modo, a partir do momento que o meu brother disse que ia à Nazaré, acompanhando um amigo estreante nestas andanças, ficou decidido que também eu iria à festa!

Lancei o desafio a um colega de trabalho que começou recentemente a correr, nunca tendo participado em provas de atletismo, que aceitou, e foi também estrear-se na meia maratona.

Assim chegando ao dia da corrida encontrámo-nos todos no parque de estacionamento habitual, tratámos do levantamento dos dorsais e às 11h00 lá fomos à conquista de mais uma ou, da primeira Meia Maratona!

Valente figura fez o meu colega que “arrancou” uma estreia à meia-maratona com 1h35m, ficando em 25º lugar do escalão M50 (num total de 108)!

Muitíssimo bom, para quem deixou de fumar há apenas seis meses e começou a treinar há tão pouco tempo!

Se não tem cuidado, arrisca-se a trocar um vício por outro J

E com esta meia maratona da Nazaré encerro a temporada, não devendo ir a mais provas este ano.

É mais ou menos uma decisão “irrevogável” J

Boas festas e boas corridas!


 


 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Nazaré 2013


Correu-se este domingo mais uma Meia Maratona da Nazaré, foi a sua 39ª edição

Chamam-lhe a “Mãe” das meias maratonas em Portugal. Foi a primeira meia maratona acessível aos atletas de pelotão.
Diz-se também que teve um papel importante na democratização das corridas de estrada. Parece-me que é bem verdade!

Fazendo as contas, há 39 anos atrás, o país vivia o período revolucionário em curso; o povo português tinha-se livrado do manto de escuridão que durante mais de 40 anos havia tolhido a sociedade portuguesa.
Com a chegada da liberdade havia agora espaço para quase tudo, inclusive para organizar corridas na rua, com acesso até às senhoras!!!…

Nos dias de hoje pode parecer um pouco estranho, mas pensando bem, após várias gerações amordaçadas pelo regime, todo aquele entusiasmo era mais do que justificado!
Numa análise estritamente pessoal, causa-me alguma estranheza que esta iniciativa tenha surgido num meio relativamente pequeno como a Nazaré. Não tinha a massa populacional de Lisboa ou do Porto, ou mesmo uma tradição de iniciativa empreendedora mais característica do norte litoral. Em termos futebolísticos por exemplo, não me recordo de qualquer clube de primeira divisão naquela zona! Talvez Leiria e não há muito tempo…

Não conheço bem a história da Meia da Nazaré mas suspeito mais de uma iniciativa individual ou de um pequeno grupo de entusiastas aguerridos, que terão dado corpo a esta ideia! Perdoem-me se estiver a cometer uma injustiça ou se nada de isto corresponder à verdade. É uma opinião pessoal, só isso.
Pessoalmente “descobri” a Nazaré a partir de 2007/08, quando fui morar para Leiria. Conhecia já anteriormente esta bonita terra mas, apenas de passagem.

Calhou também ser a primeira prova de atletismo em que participei, em 2011.
Nesta primeira participação, tinha objectivos muito modestos: Chegar ao Fim, preferencialmente pelo próprio pé J!

Tinha feito a distância apenas uma vez em treino, com o colega Paulo Amaro, sendo o Samuel a marcar o passo nesse treino (era o único que possuía um relógio com GPS) e que já tinha umas quantas participações Meia da Nazaré bem como noutras meias maratonas.
A prova de 2011 correu bem, visto que terminámos pelo próprio pé, tendo chegado à meta debaixo de uma chuva diluviana, que selou o baptismo nas corridas!

Este ano não estava com muita certeza de poder participar na Meia Maratona da Nazaré. Como ia à Maratona do Porto apenas uma semana antes, era bastante optimista poder recuperar em tão pouco tempo. Era mais do que previsível trazer um valente empeno da capital do norte.
De facto nunca uma corrida me tinha deixado tantos sinais de cansaço, ácido láctico e dores musculares. Exceptuo o caso do Red Cross Trail de 2012 onde contraí uma lesão num joelho, mas que obviamente pertence à categoria das lesões e não de fadiga.

Bom, chegado ao dia e, visto que estavam reunidas as condições mínimas para participar, lá rumei para a Nazaré.

Os "irmãos Olibeirinha", Sam e Paulo com o Paulo Amaro
Tinha combinado encontrar-me com o Samuel e com o Paulo Amaro que vinham de Anadia, para tomarmos o café da praxe.
Na zona da partida o ambiente era de festa. Não se “via” tanto nervoso miudinho como no Porto há uma semana atrás.

Para dar a partida está a habitual madrinha da prova, a grande Rosa Mota, desta vez acompanhada pelo mais mediático nazareno da actualidade, o surfista americano Garret McNamara!

Momentos antes da partida
A partida é dada às 11h00 pelo Garret  McNamara.
Começa a 39º Meia Maratona da Nazaré!

Corre-se a bom ritmo.
Tinha-me mentalizado que não iria forçar o ritmo e que apontaria para um tempo superior a 1h45m.

Tretas! Dada a partida, logo esqueço as promessas feitas a mim próprio e largo a correr como se tivesse assaltado um banco! 

Passagem pelo 1º controlo
O sol está quente e agreste.
Valem-nos as esponjas de água disponibilizadas nos abastecimentos. Coloco o Buff na cabeça e espremo-lhe duas esponjas em cima. O Air Conditioning dos pobres J

Os sinais no corpo trazidos da Maratona do Porto continuam bem presentes; as dores nas pernas acompanharam-me durante toda a semana e agora sob esforço vão aumentando, obrigando a uma gestão psicológica mais refinada!
Acabo por baixar de ritmo gradualmente.

A subida da ponte nova é feita com muito esforço e a ritmo baixíssimo.
Compenso na descida onde alargo a passada e recupero um pouco do prejuízo.

Após o retorno nota-se algum vento em sentido contrário, mas nada comparável com o ano passado.
Ao entrar na avenida marginal olho para o relógio e vejo que ainda é possível baixar da 1h40m; “meto uma mudança abaixo” e ligo o segundo carburador…

Termino com 1h39m55s! Mesmo à justa!  “I love it when a plan comes together” como diria o Hannibal do A-Team.
Está concluída a minha terceira Meia Maratona da Nazaré.

 
Agora vou descansar um pouco no que respeita a provas.

Regresso aos treinos calmos, sem a pressão de logísticas complicadas, receios de lesões, etc., apenas treinar à medida do que apetecer.
Próxima etapa: Trilhos dos Abutres, versão XL

Ficar bem e boas corridas!

domingo, 26 de maio de 2013

Lesões e variações de treino


Desde terça-feira que estou em modo Off na corrida.

Após o último fim-de-semana, sentia algumas dores nos gémeos, e embora não alarmante, dei folga na segunda-feira. Na terça, fui para a passadeira ,como é habitual em dias de semana, iniciei (sem aquecimento como habitual) devagarinho, aumentando gradualmente a velocidade chegando aos 2 km de treino a 12km/h, então subitamente dá-me uma dor forte nos gémeos da perna direita ,que me obrigou a parar. Paro, alongo, massajo e parece-me que dá para continuar…continuo até aos 5 km a um ritmo super baixo, mas a dor continuava lá, suave.., talvez por estar quente ainda. Quando os músculos arrefeceram, estava com um “andar diferente” (favor não confundir com outros tipos de andar…).

O resto da semana foi passado com a companhia do gel Diclofenac e, um ou outro brufen.

Chega-se ao fim de semana e há no entanto que fazer qualquer coisa.

Começa bem, com uma ida à oficina, porque o carro resolve ser solidário com o dono, isto é, se tu estás doente, eu fico avariado…  deixo o carro e vou a trote para a piscina municipal que fica a 3.5km. Verifico que as dores nos gémeos já não são impeditivas para correr devagar (9-10km/h), mas mesmo assim tenho de parar uma ou duas vezes.

Leiria - Castelo visto a partir da Sé
Na piscina, há apenas uma pista disponível para utilizadores de regime livre, visto que as restantes 7 ou 8 estão ocupadas por escolas de natação de Leiria. O resultado é, ter de se partilhar a pista com mais 3 ou 4 nadadores, o que não gosto muito, devido à natural diferença de ritmos de cada um.

Não é que não conheça esta situação. Quando morava em Lisboa, frequentei várias piscinas municipais e, aí era frequente nadarem 10 pessoas numa pista. Onde ia mais frequentemente, na Penha de França, chegava a irritar, porque nas pistas reservadas, por vezes estavam apenas um instrutor e um aluno, enquanto que na pista pública andávamos a dar chapadas e pontapés uns aos outros..

Mais tarde descobri uma pequena piscina na Junta de Freguesia de S. Vicente, que apesar de ser realmente curtinha, não tinha este tipo de chatices.

Além destas, e numa altura anterior, frequentei o Holmes 5 de Outubro durante uns 3 ou 4 anos, onde a piscina era muito simpática, apesar de só ter 20 metros de comprimento e 1,2 metros de profundidade. Foi um período interessante; costumava ir nadar de manhã, antes do trabalho, e voltava à noite para “malhar” nas passadeiras, bicicletas estáticas e elípticas, bem como nos bancos de musculação. Refiro apenas que, apesar disso, nessa altura não conseguia correr mais de 20 minutos seguidos, nem, diga-se em abono da verdade, estava muito interessado em tal "disparate" (quem te viu e quem te vê,...9 horas nos Abutres...).

Bom, mas voltando ao dia de hoje, …lá nadei 1.500 metros, em crawl, bruços e costas, sem grande estilo ou eficácia, mas saí da água muito bem disposto.

Voltei a pé para a oficina, tirando fotos pelo caminho, levantei o carro, ficando também 120€ mais leve (é por isso que o povo diz "Aéreos" em lugar de Euros ).

Uma vez que estava sozinho em casa, resolvi ir até à Nazaré da parte da tarde, para esticar os ossos ao sol, mas a toda a cautela e, para o caso de não dar para fazer praia, meti a bicicleta na mala do carro.

Na praia, o vento estava um pouco forte, acabando por não suportar muito mais de uma hora o bombardeamento de areia, que mais parecia lixa na pele.
Praia da Nazaré

Então, ainda bem que tinha a arma secreta no carro, a Bike, bicicleta, ou ainda: “La Ginga “

 
Nazaré vista do Sítio
 
Fez-se então um passeiozinho muito agradável, subindo ao Sítio, andando por lá a “cheretar” em todos os becos, descendo ao farol, voltando a subir, descer para a Nazaré, seguindo o trajecto da Meia Maratona até Famalicão. Em Famalicão vê-se uma placa a apontar para uma Praia do Salgado, o que implicaria subir uma boa rampa de 3 ou 4 km,… então nem se pensa duas vezes ( um problema muito frequente desde pequeno…), vai-se logo de cabeça…

Um total de (apenas) 28km de pedaladas, numa tarde soalheira mas ventosa e algo fria.

Boa semana!

Algumas fotos de hoje....

Zona pedonal de Leiria - Quem não corre... cristaliza...

Arquitetura"modernaça" das piscinas municipais de Leiria

Uma das entradas avançadas da parte amuralhada de Leiria

Entrada do Castelo de Leiria

Vista de Leira - Sé à esquerda

Outra vista do Castelo

Placa patente no edifício branco da foto anterior




Farol da Nazaré

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Resumo das corridas de 2012


Se bem que tardio, quero deixar um post de resumo das provas participadas em 2012.

Assim, foram 9 provas de trail e 3 de estrada.
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 Trilhos do Castelejo- Mini – 17 km, 19-Fev

33º - Geral masculinos (total chegados: 131)

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Trilhos do Almourol – Mini – 25 km, 01-Abr

46º - Geral masculinos (total chegados: 162)

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Trail Arribas do Tejo – 33 km, 28-Abr

47º - Geral (total chegados: 146)

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AX Trail Nocturno Alvaiázere – 28 km, 02-Jun

124º - Geral (total chegados: 191)
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Meia Maratona da Figueira da Foz – 21.800 m (!), 10-Jun
1h 42m 39s

127º - Geral masculinos (total chegados: 328)

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Trilhos Loucos da Reixida, 08-Jul

128º - Geral masculinos (total chegados: 250)

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Trail do Almonda– 29km


87º - Geral (total chegados: 323)
 

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Trail de Sta Justa, Valongo - 20,7 km, 29-Jul
139º - Geral (total chegados: 285)
(O dorsal, de papel comum, desfez-se durante a prova!)

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Corrida dos Moinhos de Penacova - 25 km, 02-Set
83º - Geral (total chegados: 149)


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Red Cross Trail - 42 km, 14-Out
48º - Geral (total chegados: 80)




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Meia Maratona da Nazaré – 21.097m, 11-Nov

1h 38m 53s

457º - Geral (total chegados: 1302)

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Maratona de Lisboa – 42.195m, 09-Dez

3h 25m 10s (3h 24m 13s Chip)

352º - Geral (total chegados: 1681)
 
Bom ano e boas corridas!

terça-feira, 13 de novembro de 2012


Ainda no rescaldo da Meia Maratona da Nazaré, é bom recordar as sensações vividas no domingo passado.
Recorda-se nomeadamente, a ansiedade das horas que a antecederam, no meu caso a incerteza acerca das capacidades físicas para participar, a corrida propriamente dita, lembram-se as adversidades e peripécias habituais, tipo a dor de burro que ainda ameaçou, e por fim, aquela sensação de satisfação ao terminar, sem lesões e, apenas “saudavelmente” cansados.
Na recta da meta
Como já tinha referido no post anterior, foi nesta prova que iniciei há um ano atrás, a minha carreira de “atleta a pé”, tem portanto um significado pessoal muito particular .
Passado um ano, nove Trails, três meias maratonas e uma prova de estrada de 12,5km, totalizando com os treinos mais de dois mil quilómetros, acho o saldo muito positivo!
Até já aprendi o vocabulário próprio desta irmandade!.. agora fala-se em pronadores, supinadores e já não em pessoal com os pés tortos, que era sempre conotado com aqueles futebolistas que não acertam uma…
As velocidades que antes eram “quilómetros por hora” passaram para “minutos por quilómetro”!.. ele agora há geles (ou géis, já vi escrito de ambas as maneiras),  barras energéticas, fartlek, séries, etc., etc..
Bom, só falta mesmo é  treinar!!
Só para terminar, utilizei na corrida uma pulseira de papel com os tempos de passagem, que foi muito útil para gerir o passo ao longo da prova. Está disponível on-line e achei muito interessante. Dá para configurar para todas as distâncias.
( http://www.marathonguide.com/fitnesscalcs/PaceBandCreator.cfm )
Bons treinos!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012


38ª Meia Maratona da Nazaré

Correu-se hoje mais uma meia maratona da nazaré.
O dia prometia aguaceiros à medida que iam passando nuvens negras, alternados com períodos de sol quando o céu descobria.
De facto, até meia hora antes do início da prova foram algo frequentes as chuvadas, algumas até um pouco fortes, se bem que breves.
Tinha planeado ir bastante cedo para poder levantar o dorsal e, poder depois ficar com tempo suficiente para fazer um aquecimento calmo e gradual.
Estava também decidido a que, no caso de as lesões em recuperação, joelho e lombar, começassem a  doer, não arriscaria e não iniciaria a prova.
Bom, cheguei de facto cedo e, às 9 horas já tinha o dorsal dispondo de duas horas para aquecer, alongar, tomar café, arrefecer, voltar a aquecer, alongar, etc., etc., coisa e tal…..
Entretanto chegaram o Samuel e o Paulo Amaro e fomos tomar o café da praxe.
Assim, até às 11 horas, ora aquecendo ora fugindo da chuva, chegámos à zona da partida, onde decorria a sessão habitual de aquecimento orientada por animadores (uma oportunidade de melhoria seria pouparem dinheiro com isso em vez de suprimirem a t-shirt).

Às 11 horas dá-se a partida.
 
O percurso foi igual ao do ano passado, percorrendo a marginal em direcção a sul, invertendo o sentido perto do porto de abrigo, subida em direcção ao centro alto da vila, descendo à zona da partida e seguir depois em direcção a sul até à localidade de Famalicão. Aí estava o ponto de retorno e o regresso era no sentido inverso, até ao fim da marginal.
Durante a prova não choveu, no entanto o vento soprava de norte, por vezes bastante forte.
Assim, a primeira parte da prova, até ao ponto de retorno foi corrida com vento favorável, permitindo um ritmo acima do normal.
O pior foi após o retorno e, consequente início do trajecto Sul-Norte;
Tinha delineado um estratégia de poupar forças na primeira parte da prova, e aproveitar o retorno para alargar o passo, visto que este troço tem declive favorável, mas tal não foi possível devido ao vento em sentido contrário, e mesmo manter o ritmo não foi fácil.
Enfim, lá terminei a prova com cerca de 1h38m (não sei exactamente porque me esqueci de parar o relógio no fim e também não reparei no relógio oficial instalado na meta).
Actualização: tempo oficial 01:38:53

Como pontos menos positivos, assinala-se o atraso da disponibilização dos tempos e classificações (no momento que escrevo este post, 00h30m, ainda não estão publicados no site do evento), e também o facto de não terem dado a t-shirt da praxe.
Pessoalmente acho que a t-shirt é muito mais interessante do que a medalha oferecida, até porque a t-shirt funciona também como publicidade ao evento, enquanto que a medalha vai acabar em muitos casos no fundo de uma gaveta (o meu filho achou-lhe muita graça e lançou-lhe uma “OPA hostil”, pavoneando-se agora com ela muito vaidoso!).

Bons treinos e até para o ano!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Meia Maratona da Nazaré
O ano passado foi assim…
 

Já lá vai um ano que comecei “oficialmente” a correr.
A 37ª Meia Maratona da Nazaré foi a prova escolhida para a estreia, não por alguma razão em especial, mas porque era a altura certa e, também, relativamente perto.
O principal desafio era terminar!!.. Sobretudo porque até à data apenas tinha corrido aquela distância uma (única) vez.

Bom, o tempo não foi famoso – 1h51m – mas em termos pessoais foi sem dúvida uma grande vitória.
O tempo (climatérico) não se apagará da memória tão cedo, visto ter terminado a prova debaixo de uma chuva torrencial como nunca tinha apanhado na vida!!
No próximo domingo dia 11-Nov-2012, decorrerá a 38ª edição da Meia Maratona da Nazaré, em que estou inscrito, contudo ainda não é certo que participe.
Isto devido a uma arreliadora lesão num joelho “arranjada” no Red Cross Trail no passado mês de Outubro.
Logo se verá, após o aquecimento antes da prova.
O gráfico que se segue, é uma distribuição Gauss dos participantes  por intervalos de 5min, das MM da Nazaré e da Figueira da Foz, assinalando os meus tempos.
Palpita-me que não vou melhorar nada desta vez,...se conseguir correr a prova até ao fim já não é mau. O importante é não agravar lesões mal curadas!
Fiquem bem..e bons treinos!