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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

De regresso aos trilhos



Desde os Trilhos dos Abutres que não corria fora de casa, i.e., sempre na passadeira.
Uma série de circunstâncias assim o têm obrigado.

O treino na passadeira, apesar de tudo e, com as limitações que se conhecem, pode ser bastante proveitoso. Além do mais, quando é a única alternativa a ficar parado, só tem de ser mesmo bem aproveitado. Por vezes tenho a sensação de que correr  uma hora na passadeira custa-me mais do que correr o mesmo tempo na rua ou em trilhos…
Todavia hoje, dia de carnaval, tendo em conta que não ia trabalhar, combinei um treino com o colega Paulo Amaro na Figueira da Foz, que por trabalhar na mesma empresa, também estava livre (benesses de um A.E. que parece ter os dias contados).

A zona do treino foi a Serra da Boa Viagem, como em tantas outras ocasiões.
Já há cerca de 15 anos, altura em que morei na Figueira da Foz, que tenho explorado bem os trilhos desta serra, tanto em Btt, como mais recentemente, a correr.

Esta serra, apesar de não ser muito grande ou alta, é bem capaz de provocar uns bons empenos!!
A floresta no alto da serra, foi fortemente fustigada pela tempestade de algumas semanas atrás, encontrando-se muitos trilhos cortados com dezenas de árvores caídas, bem como caminhos e estradas na mesma situação. É uma pena…

As próximas provas são: Os Trilhos do Sicó-22km, Trilhos do Pastor-29km e Trilhos do Almourol-42km.
Há que treinar!

Boas corridas..








 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Fim-de-semana de tempestade


Foi um fim-de-semana bem difícil para a corrida!

Os ventos quase ciclónicos que se fizeram sentir no litoral centro e norte, bem como um pouco por todo o país, tornavam o simples facto de sair à rua, uma aventura radical.

Para sábado, tinha combinado com o Paulo Amaro irmos à Figueira da Foz fazer um último treino para os Abutres. Logo no estacionamento do E.LeClerc, o ponto de encontro, constatámos que o vento estava a aumentar de intensidade e, de repente vemos uma grande placa de um telhado de uma lavagem-auto atravessar voando todo o estacionamento indo estatelar-se contra o restaurante MacDonalds.

Bom, pode não ser fácil passar a ideia, mas é um tipo de situações que pode “limpar o sarampo a um gajo” enquanto o diabo esfrega um olho!!

Após uma última teimosia em subir a serra, a razão falou mais alto e invertemos a marcha, decidindo fazer um percurso urbano.

Mas as coisas para esse lado também não estavam fáceis! Logo nas Abadias, que é o parque da cidade, haviam já diversas árvores caídas, algumas de grande porte e, subitamente, caiu uma a 50 metros de nós!

Ainda tentámos correr nas ruas da zona do Picadeiro, mas o vento era fortíssimo, havendo muitos objectos pelo ar, especialmente persianas das janelas, caixilhos, placas de trânsito, chapas de tapumes de obras, etc..

Acabámos por desistir e voltar à origem, totalizando menos de 10kms.

O almoço acabou por salvar a manhã, uma vez que no centro comercial aonde fomos, só havia um restaurante de sopas a servir, pelo que “marchou” uma sopa da pedra!!

No domingo, já em Leiria, levantei-me cedo, tipo 8h30, fazendo uma volta de 1h54 e 21.3km.

O panorama na cidade, não tendo sinais de destruição tão evidentes como na Figueira da Foz, ainda assim, haviam também muitas árvores caídas, um pouco por todo o lado e, para desgosto meu bem como para os utilizadores do circuito pedonal do rio Liz, haviam diversas árvores caídas junto ao rio, empobrecendo assim a paisagem…

Bom,… lamúrias à parte, espero que no próximo sábado, em Miranda do Corvo-Lousã, para os Ultra trilhos dos Abutres, o tempo já esteja melhor!

Boa semana e boas corridas!!