terça-feira, 22 de dezembro de 2015

S. Silvestre “Pirata” Praia da Tocha - Cabedelo


Mais um ano, mais um Natal, e, mais uma corrida de “S. Silvestre”, da liga dos amigos dos PelaEstradaForaJ

Este ano a “corrida” teve início na Praia da Tocha (uns quilómetros a norte da Figueira da Foz) e final na praia do Cabedelo, na margem sul do Mondego.

A distância foi de 31 quilómetros, boa parte dos quais em areia, como tem sido habitual nestes “eventos”.
Este ano, contudo, custou um bocadinho mais, devido à maré alta que nos obrigava a correr pela areia solta, e pelo vento de sudeste que contrariava o sentido da marcha.

O tempo decorrido de quatro horas não fez cair nenhum record olímpico mas foi sinónimo de uma epopeia bem divertida.
Ainda tentámos atrair mais incautos para se juntar à festa através do “livro das caras” , mas devido a vários fatores não tivemos sucesso.

Refira-se também que o nosso “evento” foi no dia da corrida de S. Silvestre da Figueira da Foz que, ao final da tarde, congregou a maior parte dos corredores do distrito de Coimbra, portanto, uma prova concorrente de peso J
Boas corridas e um bom Natal!

P.S.   E agora, umas fotozinhas para animar…
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Fim de época 2015


Após a Maratona do Porto e da Meia da Nazaré dou por terminada a minha época desportiva.
Durante o mês de dezembro posso eventualmente ainda fazer alguma prova, mas só se calhar em caminho, e apenas pelo prazer de correr, sem preocupações de preparação prévia, ou treino em especial.
Nesse espírito, rolei descontraído nos dois últimos fins de semana, pelas bandas da minha cidade adotiva de Leiria.
O desejado regresso aos montes dos arredores, Sra do Monte e Maúnça, paragens conhecidas para quem já correu nos “Trilhos Loucos da Reixida”, aproveitando também para rolar calmo nas agradáveis planuras dos campos do Liz.

À falta de inspiração para grandes prosas, e para memória futura, deixo algumas fotos desses passeios…
Boas corridas!
21-11-2015, Montes de Leiria

21-11-2015, Montes de Leiria

21-11-2015, Montes de Leiria - Medronheiros carregados. Tirei a barriga de misérias :)

21-11-2015, Montes de Leiria. Árvore singular no topo de um monte. Fez-me lembrar a excelente série "Six feet under"

A indispensável Selfie :). Gostei do impacto da foto. Tem um ar muito "national geographic" apesar de estar apenas no monte da Maúnça. (com um buff na cabeça e uns óculos espelhados na cara, qualquer "coxo" parece um "Pro" J)
 

Lugar de Fontes (nascente do rio Liz), o início destas aventuras
 

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria. Ponte curva, está a ser usada para colocar cadeados, à semelhança da Pont des Arts em Paris

22-11-2015, Parque do avião.


22-11-2015, Avião cedido pela Base Aérea de Monte Real

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria.

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria. Começa a chover...

22-11-2015, Circuito Polis de Leiria. Chuva...
 
29-11-2015, Circuito Polis de Leiria, na companhia do PelaEstradaFora Júnior

29-11-2015, Circuito Polis de Leiria - Parque do Avião

29-11-2015, O novo Ex-Libris de Leiria - Uma árvore de Natal feita de paletes de madeira!
 

domingo, 22 de novembro de 2015

Meia Maratona da Nazaré - 2015


Meia Maratona da Nazaré

E já vão cinco na conta pessoal!

Foi nesta prova que me estreei na corrida, em 2011, e se já antes gostava desta simpática terra, ainda mais fiquei a gostar.

Esta prova calha uma semana após a Maratona do Porto, pelo que ambições de recordes pessoais estão definitivamente fora de questão.

Ainda para mais, o traçado da Nazaré não é definitivamente o ideal para tempos bons, devido à existência de algum desnível e por vezes de vento contra !

Este ano, já quase se tinha perdido a esperança de que se realizasse a Meia Maratona da Nazaré, uma vez que até muito tarde não havia qualquer informação na página oficial. O facto de a Maratona do Porto se ir realizar no segundo domingo de novembro, o dia tradicional da Meia da Nazaré, explicava parte do anúncio da data, mas também se percebia que existiam outros constrangimentos.

 Finalmente já em outubro, é anunciada a data da prova. Muitos atletas e clubes habituais já estão inscritos noutras provas para esse fim de semana, o que se virá a traduzir numa participação mais baixa do que em anos anteriores.

Bom, passando ao que interessa, o dia da prova amanheceu solarengo com promessa de algum calor.

Levantados os dorsais, há tempo mais do que suficiente para fazer um bom aquecimento na marginal da vila, onde gradualmente se ia juntando a pequena multidão de atletas e caminheiros.

Devido à recente maratona do Porto ainda bem presente no corpo, teria de gerir bem todos os aspetos começando pelo aquecimento. Sou daqueles que detesta aquecimentos e alongamentos, mas bem sei a falta que faz um aquecimento adequado.

Inicia-se a corrida às 11h00, estando por mero acaso posicionado numa zona bastante dianteira, o que não é habitual.

O ritmo começa forte, tendo os primeiros quilómetros sido feitos num ritmo de cerca de 4:15 min/km, o que para mim é quase voar!

O percurso da edição 2015 teve de sofrer algumas alterações devido à existência de obras na marginal, estendendo a primeira “viagem” até à rotunda do porto de abrigo, retornando então para dar a volta à vila, antes de sair novamente rumo à aldeia de Famalicão.

A corrida, ia “correndo” relativamente bem até chegar à ponte-viaduto, cerca do quilómetro 7.

Na subida para a ponte constato que as forças não estão a cem por cento (nem a 50, ou a 40, J). Baixo então o ritmo de forma brutal.

Na descida da ponte, não consigo recuperar o prejuízo, o que geralmente consigo fazer.

Daí até final o registo é sempre o mesmo, pernas pesadas, o cansaço a aumentar, vontade de parar, perder posições, etc..

Desde a altura da quebra que assumi como único objetivo chegar ao fim sem caminhar. O tempo será o que for. Mudo o ecrã do relógio para uma das combinações que tenho parametrizado, em que o enfoque é no ritmo cardíaco, na distância percorrida e no passo médio.

A distância marcada pelo relógio também não coincidia com os marcos colocados pela organização. A princípio não dei muita importância, uma vez que é normal haver uma margem de erro nos GPS’s.

No final, havia muita gente a reclamar da aparente distância excessiva. O meu relógio marcou 22,01 km.

Entretanto, nos dias seguintes, a organização veio admiti uma falha na medição deste novo percurso, tendo ficado com 750 metros a mais do que os habituais 21.097!

 É um tipo de situações de que ninguém gosta. Todavia, depois de todas as dificuldades que houve para por de pé esta edição da Meia Maratona da Nazaré, que se baseia sobretudo em trabalho voluntário da gente da terra, não me apetece sequer fazer qualquer comentário acerca deste assunto. Acredito que a organização já teve desgosto suficiente por ficar com esta mancha no currículo, e de futuro não deixará voltar a acontecer.

Espero sinceramente que esta prova se mantenha por muitos mais anos, continuando a ser um ícone do atletismo amador nacional.
Boas corridas!
Classificação da "Equipa"

Paulo Amaro, 84º da Geral

Paulo Oliveira, 200º da Geral